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Neurocirurgias são realizadas em pacientes acordados no HGRS

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Dor Lombar

Dores na coluna lombar são uma queixa comum nos consultórios médicos em todo o mundo, afetando milhões de pessoas e sendo uma das principais causas de incapacidade. No entanto, identificar a origem exata dessa dor nem sempre é uma tarefa simples. A complexidade da estrutura da coluna vertebral, junto com a variedade de possíveis causas de dor, exige uma abordagem cuidadosa e detalhada no diagnóstico. Neste artigo, exploraremos como os médicos abordam o diagnóstico da dor na coluna lombar, destacando a importância de ir além das imagens de ressonância magnética e entender a história clínica completa do paciente para determinar a verdadeira fonte do desconforto.

Foram realizadas duas cirurgias com pacientes, internados no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), em Salvador, enquanto estavam acordados. Os procedimentos foram neurocirurgias para tratar tumores localizados na área da linguagem e, para estimular o local, é preciso que os doentes se comuniquem com os médicos durante o processo.

A técnica, conhecida como “awake craniotomy” (craniotomia acordada, em tradução literal), é feita com o crânio aberto. Durante o procedimento, o paciente pode precisar responder a perguntas simples, como “quais os dias da semana?”, ou resolver uma operação matemática ou tocar um instrumento musical.

As duas cirurgias foram realizadas pelos neurocirurgiões Carlos Eduardo Romeu e Lucas Mascarenhas, na segunda-feira, 11, e terça-feira, 19. O primeiro paciente teve alta hospitalar na quinta-feira, 14, – mesmo dia em que seria operada a segunda paciente, uma mulher, de 31 anos. No entanto, por não haver bolsas de sangue compatíveis com ela no estoque do hospital, o procedimento precisou ser remarcado.

“Nós temos cerca de uma hora e meia para tentar retirar a lesão”, conta o coordenador do serviço de neurocirurgia e da residência médica de neurocirurgia do HGRS, Leonardo Avellar.

A participação de anestesiologistas é fundamental no processo. No primeiro momento, conforme explica a anestesiologista em neurocirurgias no HGRS, Lilian Cibele, o paciente está completamente anestesiado, sob anestesia geral. O tipo de anestesia muda quando o paciente passa a não sentir mais dor e, então, a remoção do tumor é feita com o controle das reações neurológicas.

Fonte: atarde.uol.com.br/saude/noticias/2127894-neurocirurgias-sao-realizadas-em-pacientes-acordados-no-hgrs

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