A neurociência mostra que grande parte da dor crônica persiste porque o sistema nervoso aprendeu a produzir dor como forma de proteção, mesmo quando já não existe lesão ativa para explicá-la. Esse processo tem nome, tem base científica e, em muitos casos, pode ser revertido. O Libertador é o caminho estruturado para tratá-lo.
Relatos reais de quem está fazendo o tratamento, no grupo de apoio do Libertador.
Quanto mais desses pontos descrevem a sua dor, maior a chance de ela ser de origem neuroplástica, e não estrutural. Esse mesmo padrão é o que profissionais de saúde aprendem a reconhecer no Libertador.
Se você se reconheceu na maioria desses pontos, existe uma explicação para isso, e existe um caminho.
Por muito tempo, achou-se que toda dor vinha de um dano no corpo. A neurociência das últimas décadas mostrou algo diferente: a dor é produzida pelo cérebro, a partir da leitura que ele faz dos sinais do corpo. Na maioria das vezes essa leitura é precisa. Mas, em quadros crônicos, o sistema de proteção pode ficar em alerta constante e continuar gerando dor real depois que a lesão original já cicatrizou, ou mesmo sem nenhuma lesão.
Foi o médico americano John Sarno quem, ainda nos anos 1980, propôs clinicamente que boa parte da dor crônica nas costas tinha origem nesse mecanismo, e não no desgaste da coluna. Décadas depois, a neurociência confirmou a intuição dele com exames de imagem cerebral e ensaios clínicos. Hoje esse tipo de dor tem nome: dor neuroplástica (que a classificação internacional descreve como nociplástica).
Em cerca de 85% dos casos de dor crônica nas costas não se encontra uma causa estrutural que a explique. Foi para esse grupo que uma universidade de referência nos Estados Unidos testou, em ensaio clínico randomizado e controlado, uma abordagem que trata a origem neural da dor.
Os exames de ressonância funcional mostraram queda na atividade das regiões cerebrais ligadas à ameaça nos pacientes tratados. É a evidência de que a dor pode ser reaprendida pelo cérebro como segura, sem remédio e sem cirurgia.
Ashar, Gordon, Schubiner, Wager e cols. JAMA Psychiatry, 2022 (estudo de Boulder).
Esse é o caminho que o estudo testou. É exatamente o que você aprende, passo a passo, no Libertador.
Não é um exercício solto nem uma promessa vazia. É um processo estruturado, na mesma linha do estudo de Boulder, que você aprende a aplicar passo a passo.
A aula que você assistiu é parte do Módulo 1. O programa completo te leva do entendimento à aplicação prática no seu dia a dia.
A epidemia da dor crônica, como o cérebro processa a dor e os fundamentos da neuroplasticidade.
A ciência por trás da dor neuroplástica, as evidências e como identificar se a sua dor é desse tipo.
As técnicas de recuperação aplicadas passo a passo, do reprocessamento da dor à segurança emocional, com sessões guiadas e plano de ação pessoal.
Série exclusiva em quatro partes para aprofundar a sua jornada.
Se você é médico, fisioterapeuta, psicólogo ou trabalha com dor, o Libertador também é a porta de entrada para uma linha de tratamento que ainda é nova no Brasil e que tem a evidência publicada do seu lado. Você sai entendendo o mecanismo e o método, não só a teoria.
Neurocirurgião formado pela UFBA, com residência na Santa Casa de Belo Horizonte e Fellowship em Neurocirurgia Funcional.
Possui Título de Especialista em Dor pela AMB e é membro da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED).
Depois de anos operando e tratando dor, percebeu que boa parte das dores crônicas tem natureza neuroplástica. Hoje se dedica a levar esse conhecimento a pacientes e profissionais.
Relatos de quem já começou o tratamento no grupo de apoio do Libertador.
Não. A dor neuroplástica é real e física, você de fato a sente. A diferença é que a origem não está em uma lesão no corpo, e sim em circuitos do sistema nervoso que aprenderam a gerar dor como forma de proteção.
Pense no corpo como o equipamento e no cérebro como o programa que roda nele. O problema não está no equipamento (a coluna, o músculo), e sim no programa. E programa pode ser reescrito.
O estudo de referência incluiu pessoas com dor crônica há anos, em média cerca de uma década, e ainda assim a maioria respondeu em quatro semanas.
Quanto mais tempo você tentou tratamentos voltados à estrutura sem sucesso, maior a chance de a sua dor ser neuroplástica, justamente o tipo de dor para o qual essa abordagem foi desenhada. E você tem 30 dias de garantia para testar.
O programa é educacional e não invasivo. Você aprende técnicas baseadas em neurociência para aplicar no dia a dia.
Não pedimos que você pare nenhum tratamento. Qualquer mudança em medicação deve ser conversada com o seu médico. O programa é um complemento ao acompanhamento médico, não uma substituição.
Fisioterapia, remédios, acupuntura, pilates, cirurgia: quase tudo foca na estrutura do corpo. Quando nada disso resolve de verdade, isso por si só já é um indício forte de dor neuroplástica.
O Libertador trabalha a origem neural da dor. É uma abordagem com lógica diferente da que você provavelmente já tentou.
No estudo de referência, a melhora significativa apareceu em quatro semanas. O ritmo varia de pessoa para pessoa e depende da prática das técnicas.
Por isso a garantia de 30 dias: tempo suficiente para aplicar o método e avaliar a sua própria resposta.
Sim. Além de paciente, o Libertador atende quem quer aplicar essa abordagem na prática clínica. Médicos, fisioterapeutas e psicólogos com treinamento adequado podem conduzir a maior parte do processo.
A camada farmacológica e intervencionista permanece como ato médico. O restante do caminho é formação.
Você tem 30 dias de garantia incondicional. Se sentir que não é para você, basta enviar um e-mail para contato@drcarlosromeu.com e devolvemos 100% do investimento. Sem perguntas.
Na turma fundadora você tem acesso vitalício a todo o conteúdo, incluindo atualizações, mais as lives semanais e a comunidade de apoio.
Ashar YK, Gordon A, Schubiner H, Wager TD e cols. Effect of Pain Reprocessing Therapy vs Placebo and Usual Care for Patients With Chronic Back Pain. JAMA Psychiatry, 2022.
Brinjikji W e cols. Systematic Literature Review of Imaging Features of Spinal Degeneration in Asymptomatic Populations. AJNR, 2015.
Fitzcharles MA e cols. Nociplastic pain: towards an understanding of prevalent pain conditions. The Lancet, 2021.
Sarno JE. Healing Back Pain; The Mindbody Prescription.